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O termo weblog foi criado por Jorn Barger[5] em 17 de dezembro de 1997. A abreviação blog, por sua vez, foi criada por Peter Merholz, que, de brincadeira, desmembrou a palavra weblog para formar a frase we blog ("nós blogamos") na barra lateral de seu blog Peterme.com, em abril ou maio de 1999.[6][7][8] Pouco depois, Evan Williams do Pyra Labs usou blog tanto como substantivo quanto verbo (to blog ou "blogar", significando "editar ou postar em um weblog"), aplicando a palavra blogger em conjunção com o serviço Blogger, da Pyra Labs, o que levou à popularização dos termos.[9]
Origens
Antes do formato blog se tornar amplamente conhecido, havia vários formatos de comunidades digitais como o Usenet, serviços comerciais online como o GEnie, BiX e Compuserve, além das listas de discussão e do Bulletim Board System (BBS). Em 1990, softwares de fóruns de discussão como o WebEx criaram os diálogos via threads.
O blog atual é uma evolução dos diários online, onde pessoas mantinham informações constantes sobre suas vidas pessoais. Estes primeiros blogs eram simplesmente componentes de sites, atualizados manualmente no próprio código da página. A evolução das ferramentas que facilitavam a produção e manutenção de artigos postados em ordem cronológica facilitaram o processo de publicação, ajudando em muito na popularização do formato. Isso levou ao aperfeiçoamento de ferramentas e hospedagem próprios para blogs.
Popularização
A mensagem passou a modelar o meio, quando no início de 2000, o Blogger introduziu uma inovação – o permalink, conhecido em português como ligação permanente ou apontador permanente – que transformaria o perfil dos blogs. Os permalinks garantiam a cada publicação num blog uma localização permanente - uma URL – que poderia ser referenciada. Anteriormente, a recuperação em arquivos de blogs só era garantida através da navegação livre (ou cronológica). O permalink permitia então que os blogueiros pudessem referenciar publicações específicas em qualquer blog.
Em seguida, hackers criaram programas de comentários aplicáveis aos sistemas de publicação de blogs que ainda não ofereciam tal capacidade. O processo de se comentar em blogs significou uma democratização da publicação, consequentemente reduzindo as barreiras para que leitores se tornassem escritores.
A blogosfera, termo que representa o mundo dos blogs, ou os blogs como uma comunidade ou rede social, cresceu em ritmo espantoso. Em 1999 o número de blogs era estimado em menos de 50; no final de 2000, a estimativa era de poucos milhares. Menos de três anos depois, os números saltaram para algo em torno de 2,5 a 4 milhões. Atualmente existem cerca de 112 milhões de blogs e cerca de 120 mil são criados diariamente, de acordo com o estudo State of Blogosphere.[10]
A integração com o Google Ads também é incrivelmente simples.
As vantagens do Blogger são que ele indexa muito rapidamente as páginas, (o que não deve ser surpresa alguma, considerando que ele é prata da casa Google) e também é muito fácil de aprender e operar.
As desvantagens são a capacidade limitada de customização e crescimento. Isso realmente limita as suas possibilidades de se desenvolver.
Os blogs oficiais do Google, GMail e Google Maps funcionam nessa plataforma, mas não conte que você vai conseguir chegar a este nível utilizando esta plataforma.
Pelo menos ele permite que você exporte seus dados e migre para outro lugar quando chegar a hora. É gratuito para quem usa Google Apps.
Joomla e Drupal
Para desespero dos puristas, vou colocar esses dois CMSs na mesma categoria aqui.
Apesar de terem características distintas, tenho um bom motivo para isso. Eles compartilham traços bem marcantes: são poderosos, escaláveis e difíceis de usar.
Ambos são suportados por uma comunidade bem ativa e dão possibilidades muito legais para quem vai gerenciar um grande número de páginas e acessos.
São bastante customizáveis e versáteis.
Seu calcanhar de aquiles é que são sistemas mais complicados, com uma curva de aprendizado que desencoraja quem está começando. Os dois podem ser hospedados em qualquer servidor que você use, sem pagar pelo CMS em si.
Assim, seus custos vão variar em função dos recursos que o host oferece.